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Deu hoje na imprensa que o governo está “controlando” o crescimento do país, para que ele não ultrapasse o patamar denominado “sustentado”, pelo ministro Guido Mantega. Ou seja, para que não cause desequilíbrios na economia, como a escalada da inflação, por exemplo.

Então: repensar o crescimento para o equilíbrio da economia PODE

A imprensa também noticiou nos últimos anos os inúmeros embates entre o Ministério do Meio Ambiente e a Casa Civil; entre a ministra Marina Silva e ministros de outras pastas que viam nas exigências ambientais restrições à economia. Resultado: a ministra saiu de cena.

Então: repensar o crescimento para o equilíbrio do ambiente NÃOPODE

Interessante notar que o ambiente em desequilíbrio representa custos para o governo e atrapalha o desempenho da economia. Alguém se lembra, por exemplo, como a seca prolongada no ano passado prejudicou a agricultura no Centro-Oeste? A mudança no regime das chuvas, a desertificação dos solos e o assoreamento de rios já é algo comum na região-símbolo da produção agrícola brasileira há alguns anos.

Será que olhar para trás e pensar lá na frente, pode?

Veja iniciativa significativa do Instituto Socioambiental nesse sentido: seminário sobre mudanças climáticas e agricultura, no Mato Grosso, realizado em 28/8

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