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Por Bruno Toledo (OC)

aviaoCom mais de 8 milhões de quilômetros quadrados de área, o Brasil exige um meio de transporte com capacidade de cumprir grandes distâncias em tempos reduzidos. A aviação civil passa a ter, nesse cenário, um papel fundamental, e vem crescendo bastante nos últimos anos. De acordo com o Anuário Estatístico do Transporte Aéreo de 2012 publicado pela ANAC, a demanda doméstica do transporte de passageiros em território brasileiro mais do que triplicou no período de 2003 a 2012.

Na mesma medida, a aviação civil também é uma das principais atividades econômicas que emitem gases de efeito estufa (GEE) em todo o mundo. Pela sua natureza transnacional, a sua contabilização e relato é bastante complexa, motivo pelo qual ela frequentemente fica excluída de cálculos nacionais sobre emissões de GEE. Porém, alguns países já começam a dar alguns passos no sentido de contabilizar este tipo de emissão.

Uma destas iniciativas é o “Inventário Nacional de Emissões Atmonsféricas da Aviação Civil”, resultado de uma parceria técnica entre o Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) e a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), publicado nesta semana em Brasília. O documento reúne dados de 2005 a 2013 sobre a emissão de poluentes atmosféricos e GEE, e servirá de base para negociações e estudos internacionais de monitoramento de emissões, além de fomentar programas de melhoria ambiental e de eficiência energética na aviação civil brasileira.

Você pode acessar a publicação do inventário na Biblioteca Virtual do OC.

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