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Copenhague foi um misto de esperança e decepção pré-anunciada. Por um lado, a velha e sincera esperança por um mundo melhor é depositada sobre um possível acordo duradouro e efetivo que reduza as emissões globais de gases que aquecem o planeta, brindando as próximas gerações com um pouco de responsabilidade e respeito. Por outro, a não menos velha desconfiança de que, por mais que se expressem, os países não superarão suas diferenças e a defesa de seus próprios interesses, sejam estes nacionais ou políticos.

Paulo Moutinho, IPAM

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